segunda-feira, 31 de outubro de 2011

“Tomara que a gente não desista de ser quem é por nada nem ninguém deste  mundo. Que a gente reconheça o poder do outro sem esquecer do nosso.  Que as mentiras alheias não confundam as nossas verdades, mesmo que as  mentiras e as verdades sejam impermanentes. Que friagem nenhuma seja  capaz de encabular o nosso calor mais bonito. Que, mesmo quando  estivermos doendo, não percamos de vista nem de sonho a ideia da  alegria. Tomara que apesar dos ‘apesares’ todos, a gente continue tendo  valentia suficiente para não abrir mão de se sentir feliz.”  (Caio Fernando Abreu)
“Tomara que a gente não desista de ser quem é por nada nem ninguém deste mundo. Que a gente reconheça o poder do outro sem esquecer do nosso. Que as mentiras alheias não confundam as nossas verdades, mesmo que as mentiras e as verdades sejam impermanentes. Que friagem nenhuma seja capaz de encabular o nosso calor mais bonito. Que, mesmo quando estivermos doendo, não percamos de vista nem de sonho a ideia da alegria. Tomara que apesar dos ‘apesares’ todos, a gente continue tendo valentia suficiente para não abrir mão de se sentir feliz.”

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